Hoje chegámos com uma ideia bem vincada: começar finalmente a endireitar o chão do antigo estábulo, hoje chamado anexo. A palha e o estrume foi toda tirada durante a semana passada e agora falta o mais difícil: a terra bastante dura. Um cavava, o outro fazia desaparecer o monte de terra. O dia todo nestas danças.
Um terço do estábulo já está! Hoje tomámos mais consciência do espaço, das divisões que podem surgir dali.
Entretanto conhecemos um nova vizinha: a dona Maria Gorete, que te por ali um terreno e andava a apanhar azeitona,chamou por mim para saber se era eu a nova dona da casa. Depois de nos apresentarmos emocionou-se imenso durante a nossa conversa. A dona Maria Gorete nasceu naquela casa, viveu ali muitos anos e pediu-me por tudo que não deitássemos o forno de lenha abaixo, que o reconstruíssemos. Foi uma conversa bonita, com as memórias dela a jorrar-lhe dos olhos.
Entretanto conhecemos um nova vizinha: a dona Maria Gorete, que te por ali um terreno e andava a apanhar azeitona,chamou por mim para saber se era eu a nova dona da casa. Depois de nos apresentarmos emocionou-se imenso durante a nossa conversa. A dona Maria Gorete nasceu naquela casa, viveu ali muitos anos e pediu-me por tudo que não deitássemos o forno de lenha abaixo, que o reconstruíssemos. Foi uma conversa bonita, com as memórias dela a jorrar-lhe dos olhos.
Depois foi tempo, novamente, de cortar pernadas de figueira e de outras árvores que andavam por ali a tapar as vistas. A parte de trás da casa nem dava para ver, nem para contornar. Agora já está muito mais limpo! O resto da figueira também vai sair, mas com tempo, que os braços hoje não davam para mais.
E também ainda não foi hoje, mas temos um fato macaco armado em espantalho, pendurado nos ramos da figueira. Fica para a próxima! Por hoje já foi muito bom. Adivinha-se uma maravilhosa noite de sono.
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